Terça-feira, 22 de Abril de 2014

Workshop de Fotografia - Chaves 10 e 11 de maio

Com o surgimento da era digital, assistimos a uma das maiores e mais complexas revoluções da história da fotografia. Hoje, para além da sensibilidade artística, torna-se necessário conhecer minimamente os menus das máquinas, a forma como o sensor reage às diferentes condições de luz e aprender a dominar algum software de tratamento e edição das imagens. Infelizmente, estes aspetos deixam muitos fotógrafos perdidos num interminável labirinto tecnológico, onde os resultados teimam em ficar muito aquém do esperado.

 

Partindo da premissa de que não é o excelente domínio da tecnologia que garante as melhores imagens, este workshop procura recuperar as noções essenciais da fotografia enquanto forma de expressão artística: a importância da luz, a originalidade do ponto de vista e da composição, a criatividade associada às diferentes temáticas. São estes alguns dos ingredientes que, através de projeções, análise de obras fotográficas e a indispensável prática, podem ajudar os fotógrafos de hoje a entender a simplicidade da receita de sempre.

 

PROGRAMA

 

Sábado, 10 de maio

 

9h30  AS REGRAS DE SEMPRE

- a importância da luz

- o rigor da composição

- originalidade do ponto de vista

 

11h00  coffee break

 

11h15  TÉCNICA FOTOGRÁFICA

Os parâmetros da câmara que fazem a diferença

 

12h15 A INFLUÊNCIA DO EQUIPAMENTO

 

13h00 almoço

 

14h30 O PROCESSO CRIATIVO

 

- como surgem as histórias fotográficas

- análise crítica de obras de diferentes autores

 

16h30 intervalo

 

16h45 PÓS-PROCESSAMENTO BÁSICO DE IMAGENS DIGITAIS

 

18h30 final da parte teórica

 

Domingo, 11 de maio

 

8h30 AULA PRÁTICA - fotografia em espaço rural/natural

 

13h00 almoço

 

14h30 AULA PRÁTICA - fotografia em espaço rural/natural (continuação)

 

17h30 final do workshop

 

 

Destinatários

 

Fotógrafos amadores que queiram recordar aspetos técnicos relevantes e evoluir nos aspectos estéticos e criativos da fotografia, bem como aprender a fazer o tratamento digital básico das imagens.

 

Número de Participantes

Com vista a assegurar o apoio individual, estabelece-se em 15 o número máximo de inscrições.

 

Material do participante

Os participantes deverão trazer o equipamento que utilizam habitualmente (câmara e objetivas, bem como cartões de memória e baterias extra), não havendo qualquer limitação em relação ao tipo: poderão ser câmaras compactas ou reflex, digitais ou de película.

 

Preço

Contactar Associação Lumbudus (lumbudus@gmail.com)

 

Local

CHAVES

 

Informações e inscrições

 

Associação Lumbudus

Fernando Ribeiro

lumbudus@gmail.com / 919 141 059

 

António Sá

tel.: info@antoniosa.com / 273 326 290

 

ANTÓNIO SÁ

 

Nascido em Espinho em 1968, António Sá iniciou-se na fotografia aos 11 anos de idade. Em 1995, com 26 anos e após várias profissões, começa o percurso como fotógrafo profissional e jornalista, realizando reportagens para diversas revistas europeias, incluindo a edição portuguesa da National Geographic. Explorando ideias próprias ou em assignments para clientes específicos, a vida como freelance leva-o a destinos como Bornéu, Turquia, Brasil, China, Alasca, Mongólia, Islândia, Namíbia ou Cabo Verde, entre muitos outros.

 

Em 2001 participa nos Santa Fe Workshops, Novo México, E.U.A., integrando o curso “The Lyrical Moment”, de David Alan Harvey (fotógrafo da Magnum e da National Geographic).

Entre as várias exposições individuais que realizou, destacam-se “Outro Tempo Noutros Lugares”, que esteve patente nas galerias foto da FNAC em Lisboa e no Porto, “Two Moons”, no Centro Cultural de Belém, e “Portugal: Um Outro Olhar”, no Mosteiro dos Jerónimos.

 

Em 2007 e 2008 foi convidado para orientar a disciplina de Projeto Fotográfico do Curso de Tecnologia da Comunicação Audiovisual, do Instituto Politécnico do Porto.

 

Ainda em 2007, foi o fotógrafo escolhido para o projeto do National Geographic Channel sobre os sítios portugueses classificados pela UNESCO como Património Mundial. O documentário resultante, Portugal: Um Outro Olhar, foi emitido por este canal na Alemanha, Espanha, Portugal e Reino Unido, e o seu trabalho fotográfico esteve presente em Berlim, Lisboa, Londres e na cidade turca de Eskisehir.

 

Em Maio de 2012, a recolha fotográfica que realizou para a Fundação Rei Afonso Henriques, sobre os 11 sítios Património da Humanidade na bacia do Douro culmina com uma exposição inaugurada pelos chefes de governo de Espanha e Portugal, durante a XXV Cimeira Ibérica, realizada no Porto.

 

Como instrutor, António Sá tem realizado workshops para várias entidades, entre as quais a Fundação de Serralves (Porto), e conduzido passeios fotográficos em Portugal, Espanha, Islândia e Marrocos. A par destas iniciativas, participa regularmente em conferências e seminários a convite de estabelecimentos de ensino e empresas da área da fotografia.

 

 

publicado por Fer.Ribeiro às 01:30
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Terça-feira, 8 de Abril de 2014

José Arantes expõe Barroso em Chaves

A Associação de Fotografia e Gravura – LUMBUDUS leva a efeito mais uma exposição de fotografia em Chaves. Intitulada Barroso, de autoria de José Aarantes, está desde ontem patente ao público na Adega do Faustino e no Polo da UTAD/ESEC, onde continuará até ao final deste mês de abril.

 

José Arantes nasceu em Paradela de Valdozende, Terras de Bouro, no ano de 1957.

 

É um dos Associados fundadores da Associação de Fotografia e Gravura – LUMBUDUS.

 

 

José Arantes vive em Montalegre desde 1973. Diz-nos que desde essa data ficou apaixonado por Barroso. Em consequência dessa paixão, apaixonou-se pela fotografia, tendo iniciado atividade de fotógrafo amador em 1981. Para José Arantes a fotografia é uma forma de expressar a nossa maneira de ver, mas também um meio que nos permitirá recordar momentos inesquecíveis que não se repetirão. Barroso, é um paraíso dentro de outro paraíso. Ao longo de séculos as pessoas, com o seu saber, aproveitaram os recursos naturais moldando, com harmonia, a paisagem envolvente. As águas das chuvas, dos rios e regatos, foram aproveitadas com muita mestria, quer para os moinhos, quer para os lameiros.

 

 

Com os seus muros rendilhados a separar os terrenos, os lameiros são a imagem mais caraterística da região de Barroso, são a principal fonte de alimentação do gado. Felizmente ainda são cuidados, dando-nos a oportunidade de vislumbrar cenários magníficos, inalterados desde há séculos. A par das suas gentes e do património construído, a natureza selvagem é outro paraíso que se conjuga na perfeição. As quatro estações, todas elas diferentes e marcantes, desafiam a desfrutá-las, seja pela beleza das formas, pelas cores, luz ou sons, todas elas nos convidando a ficar em silêncio, apreciando tal privilégio. Na primavera, a flora é deslumbrantemente selvagem. A fauna é muita variada e com vários espécimes raros.

 

 

O inverno é agreste e simultaneamente belo. As cores outonais convidam a entrar nos bosques de carvalhos e vidoeiros, caminhando, refletindo ou colhendo cogumelos. Os inúmeros regatos e pequenos rios que descem as montanhas, convidam a subir para ver e ouvir os elementos de rara beleza que tão harmoniosamente coabitam. A Natureza presenteou-nos com uma maravilha que teremos de respeitar, protegendo a fauna, a flora, as montanhas, os bosques, rios e regatos.

 

 

publicado por Fer.Ribeiro às 23:26
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